quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Proibido Subir à Árvore.


Proibido Subir à Árvore, dizem os dois novos letreiros, mais pequenos e colocados mais altos, que a Junta de Freguesia da Misericórdia colocou no "Cedro do Buçaco", em posições diametralmente opostas:
Serão estes discretos letreiros suficientes para demover os jovens incivilizados de continuarem a trepar à velha senhora? Duvidamos, até porque pouco tempo após a colocação dos letreiros um deles foi logo partido:
tendo sido já substituído por um novo.

Deixamos aqui uma sugestão à JFM: porque não experimentar plantar, rodeando o "cedro", várias plantas e uns cactos, daqueles com espinhos bem visíveis e salientes? Talvez isso seja mais dissuasor além de dar um aspecto mais cuidado ao conjunto.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Entrega de Cervejas.

Em 2009/10 foram retirados os gradeamentos de protecção dos canteiros. Essa foi uma opção deliberada dos conselheiros e dos decisores pois havia que democratizar (!!!) o jardim. O resultado da retirada dessas defesas conjugado com a falta de civismo das pessoas está à vista de quem queira ver: o elegante desenho original do jardim está completamente comprometido pelos inúmeros atalhos e caminhos selvagens abertos por todo o lado.

Nas imagens seguintes fixamos uma entrega de cervejas para a esplanada do jardim:
 O camião pára à entrada poente do jardim e espera-se que os empregados sigam o caminho existente para alcançarem a entrada da esplanada.
 Mas não, o que os dois funcionários fazem é cortar a direito usando um atalho, que eles e outros como eles já fizeram, pelo meio da vegetação.

 A vermelho o "caminho" usado pelos funcionários; a azul o caminho existente.

No esquema dá para observar que por uns meros metros poupados os funcionários pisam e degradam ainda mais as plantas deste canteiro.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Até quando?

Há meses atrás -Julho de 2016?- um carro galgou o passeio do lado poente da praça, derrubou o gradeamento e quase caiu no fosso que separa as casas do Páteo do Ferreira do patamar do passeio, mais elevado:
 A entrada para o Páteo do Ferreira
Fotos de Agosto de 2016
Passados estes meses todos a perigosa situação mantém-se inalterada:

À atenção de quem de direito, JFM? CML?, para que tomem as devidas providências antes que ocorra algum grave acidente.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Desprotegida.

Após o último grave atentado sofrido pelo "Cedro do Buçaco" a Junta de Freguesia da Misericórdia colocou um pequeno letreiro preso ao gradeamento protector proibindo a subida à árvore:
Como aqui se deu devida nota.

Passadas algumas semanas o pequeno letreiro já lá não está:

 Quem o retirou? Porquê? Não conseguimos saber se foi retirado pela JF ou por desconhecidos.
Se este letreiro, de um grafismo chocante para o local, era manifestamente inadequado para o objectivo que se pretende, a não existência de qualquer aviso sobre o valor da árvore e a necessidade de a respeitar e preservar é ainda mais chocante.
Há dias, uma pessoa do nosso grupo avistou e interpelou um grupo de jovens empoleirado na árvore. Admoestados não quiseram saber das razões apontadas para descerem da árvore. Esse nosso membro telefonou então para a polícia que levantou muitas reservas para se deslocar ao jardim. Felizmente uma 2° inspecção mostrou que os jovens tinham já abandonado o local.
Estas situações vão repetir-se e acabarão por danificar irremediavelmente o belo "Cedro-do-Buçaco" caso não se tomem as devidas providências.

À atenção da JFM e do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, pois que se trata de um exemplar classificado.



domingo, 1 de janeiro de 2017

Os dois novos ecopontos.

No lado poente da praça estão a crescer dois novos ecopontos:


Estes novos ecopontos são, como agora se diz, resilientes: de vez em quando desaparecem mas logo logo voltam ao seu estado normal. Estes que as imagens documentam já permanecem assim há uma semana.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Atalhos, descampados, desleixo.

A Junta de Freguesia da Misericórdia, JFM, a actual entidade responsável pelo jardim, desistiu, ao que parece, de cortar os atalhos que as pessoas mais apressadas persistem em calcorrear, a despeito das tímidas tentativas levadas a cabo pela JFM em os impedir de tal incivilidade e desrespeito para com a essência do jardim.
E eis que os atalhos aí estão de novo com toda a pujança:


Além dos atalhos há áreas onde o que predomina é o descampado:

e noutras o desleixo:


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Sempre que chove.

Sempre que chove um pouco mais...


Os problemas de drenagem do jardim permanecem por resolver.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Não chega.

Após os vários actos de vandalismo praticados contra esta velha senhora, incluindo acender fogueiras no topo do tronco, a Junta de Freguesia da Misericórdia colocou este diminuto aviso na cercadura da árvore:
Não chega, é manifestamente insuficiente, além de que o seu grafismo não é o mais adequado para o local.
Esperávamos que a JF colocasse um painel informativo e pedagógico sobre o valor e interesse desta velha árvore, de dimensões apropriadas e grafismo não berrante.
Porque não repor a inscrição, ou outra semelhante, que se observa à esquerda da fotografia abaixo, inscrição que foi retirada aquando da "requalificação" do jardim em 2009/10:

E porque não voltar a preencher o espaço entre o gradeamento e o tronco com plantas como sempre existiram até há poucos anos:
 Fotografia de 1959 de Fernandes Almeida.

Essas plantas serviriam como elemento dissuasor de quem quisesse trepar à árvore.


sábado, 19 de novembro de 2016

Qual a racionalidade desta gestão?

Um jardim romântico como o nosso não é para gente apressada que pisa e corta a direito pelo meio dos canteiros com relva ou mesmo com plantas. Quem o desenhou, desenhou os seus caminhos para que as pessoas neles passeassem usufruindo das árvores e demais plantas, não para correrias apressadas.
A Junta de Freguesia da Misericórdia em boa hora resolveu obstruir alguns dos atalhos abertos por essa gente apressada e incivilizada. Mas o sucesso dessas operações deixa muito a desejar. No caso abaixo documentado, por exemplo, já é a 2ª tentativa que é feita de reposição do relvado.

Este atalho foi feito após a "requalificação" de 2009/10
Em Agosto de 2016 a JFM inicia a recuperação do relvado.
Cerca de um mês depois a protecção é retirada e as pessoas retomam o atalho.
A JFM volta a recuperar o relvado. 
E uma vez a protecção retirada eis que de novo surge o atalho.

Conclusão: ou de facto se quer cortar este atalho e então há que encontrar outra solução, ou não, e então mais vale abrir uma passagem como deve ser.
Claro que ceder e abrir a passagem significa ir aos poucos descaracterizando cada vez mais o desenho original do jardim.


domingo, 30 de outubro de 2016

Petição pela Avenida da Liberdade.


- Considerando que a Avenida da Liberdade constitui parte fundamental da Estrutura Ecológica de Lisboa, por promover a ligação entre a Baixa e o Parque Eduardo VII que, por sua vez, faz a ligação a Monsanto, constituindo o Corredor Verde de Monsanto;
- Considerando o valor histórico e paisagístico da Avenida da Liberdade, único no conjunto das grandes avenidas da capital, pela diversidade e qualidade do seu maciço arbóreo, nomeadamente;
· Pela maior e uma das melhores colecções de palmeiras de Lisboa, por um dos melhores e mais frondosos conjuntos de plátanos e pela presença de vários exemplares de espécies exóticas;
· Pela presença de várias fontes e lagos, de placas ajardinadas e de variada estatuária, que reforçam o inegável carácter de uma artéria sem paralelo em Lisboa;

- Considerando, ainda;
· A evidente inexistência de manutenção do coberto arbóreo por parte da entidade (Junta de Freguesia) a quem compete essa tarefa desde a recente transferência de competências (exemplos recentes são as dezenas de árvores juvenis mortas por falta de rega, as caldeiras por preencher, etc.), colocando em risco, inclusive, as invulgares colecções botânicas que existem na Avenida;
· A destruição completa de todas as placas ajardinadas, o abandono de fontes e lagos, a insuficiente varredura e pior recolha de lixo;
· A inexistência de informação técnica e histórica no local;
· A inexistência de qualquer plano de intervenção urgente por parte da actual tutela, e, portanto, uma comprovada incapacidade da mesma em gerir, manter e valorizar um dos espaços verdes mais representativos de Lisboa, do que resulta uma péssima imagem de confrangedora degradação e incúria, contrastando com a forte aposta que a CML e os vários agentes culturais e económicos locais têm desenvolvido na projecção da Avenida da Liberdade aquém e além-fronteiras,

Os abaixo assinados solicitam à CML, na figura do seu Presidente e restante Vereação:

1. A atribuição do estatuto de “estruturante” a toda a Avenida da Liberdade, reintegrando-a como peça fundamental do Corredor Verde idealizado por Gonçalo Ribeiro Telles.

2. O retorno imediato para a Câmara Municipal de Lisboa da gestão e manutenção do conjunto arbóreo, espaço público, espaços verdes e mobiliário urbano da Avenida da Liberdade.

Lisboa, 26 de Outubro de 2016
Se concorda com o teor e objectivo desta petição pode subscrevê-la   AQUI